terça-feira, 24 de junho de 2014

DESCOBRINDO A BONDADE DE DEUS



Por Steve Hays

“Por que confiar ser a escritura uma revelação verdadeira e guia se Deus não é bom em um sentido análogo às nossas melhores ideias de bondade?”


“Você sacrifica não apenas seu filho, mas também suas intuições morais em nome da adoração de um Deus cuja “bondade”está totalmente em desacordo com o significado natural deste termo”.


            I) Walls e Olson habitualmente fazem declarações como esta. Faz parte de seus estereótipos pelo arminianismo. Eles começam com suas pré-concepções de bondade, que eles equiparam com o “entendimento” natural de bondade. Eles não citam nenhum dado para sustentar suas afirmações. Antes, é simplesmente um exercício circular em definir “bondade” por referência ao arminianismo.

            II) Mas há outra falha na metodologia deles. A própria existência do mal deveria afetar nosso entendimento do que Deus está disposto a fazer ou permitir. Necessariamente, os tipos de males que nós observamos no mundo ou vemos narrados na escritura deveriam informar nosso entendimento do que Deus está disposto a fazer ou permitir.

            Portanto, esta metodologia de cima pra baixo, na qual os arminianos começam com abstrações piedosas, com sua ideia preconcebida do que um Deus bom toleraria, é um postulado artificial que falha em conectar com os fatos dos quais se constrói o fundamento. O que um Deus bom faria, permitiria ou evitaria é algo que nós devemos aprender a partir da revelação e da experiência. Isto é algo que nós descobrimos, não algo que nós intuímos.

Tradução: Francisco Alison Silva Aquino

Fonte: http://triablogue.blogspot.com.br/2014/06/discovering-gods-goodness.html

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