quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

REPROVAÇÃO



Por Steve Hays

            A Helmet disse:

“A doutrina calvinista da reprovação é insustentável. A única tentativa de apoiar esta doutrina é baseada em Romanos 9.22,23. Mas apesar do fato de que esta apenas seria uma base escassa de qualquer maneira, nem mesmo este texto funciona.”

            1.  Com respeito à “base escassa”, o nascimento virginal de Cristo tem uma base muito mais escassa. Há apenas dois textos diretos para o nascimento virginal. No entanto, os cristãos são bastante zelosos na sua defesa deste ensino bíblico.

            2. Vamos manter em mente que o ensino implícito da escritura é simplesmente tão autoritativo quanto o ensino explícito da escritura. Os escritores da Bíblia como Paulo e o autor de Hebreus frequentemente argumentam a partir do ensino implícito da escritura. Assim faz Jesus. Na verdade, Jesus repreende seus oponentes pela falha deles em prestar atenção ao ensino implícito da escritura.

            3. Mais textos explícitos para a reprovação ou dupla predestinação incluem: Mt 11.25-26; Rm 9.13,17-18,21-22; 11.7; 1 Pe 2.6-8.

            4. Então há o ensino implícito da escritura a respeito da reprovação ou dupla predestinação: “Não é mais necessário do que combinar as duas verdades individuais, que toda graça salvífica, inclusive da fé, é o dom sobrenatural de Deus, e que nem todos os homens são feitos recipientes deste dom, perceber imediatamente que a razão última pela qual alguns são salvos e outros passados por alto repousa em Deus apenas.” G. Vos, “The Biblical Importance of the Doctrine of Preterition,” Redemptive History and Biblical Interpretation, 412.

Tradução: Francisco Alison Silva Aquino


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